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A poesia de Camilo Pessanha foi o tema do 2º Círculo de Leitura

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Realizou-se mais um encontro de entusiastas da literatura portuguesa, dinamizada pela Professora Anabela Amorim. Nesta sessão ficamos a compreender melhor a obra poética Clepsidra, de Camilo Pessanha.  Clepsidra, título da colectânea de poemas, é um instrumento de medição do tempo utilizado na Grécia pelos oradores. Foneticamente o título lembra igualmente "hidra", o monstro marinho devorador.
O título sugere a fragilidade da vida e da condição humana, para o fluir inexorável do tempo, que não deixa que nada se fixe na retina (poema "Imagens que passais pela retina").
Estes são os grandes temas da obra: a efemeridade de tudo quanto passa, a perda, a inutilidade do que se faz ou vive. 
Imagens que passais pela retina  Dos meus olhos, porque não vos fixais?  Que passais como a água cristalina  Por uma fonte para nunca mais!...  Ou para o lago escuro onde termina  Vosso curso, silente de juncais,  E o vago medo angustioso domina,  _ Porque ides sem mim, não me levais?  S…

Figurado em Barro de Estremoz reconhecido como Património Cultural Imaterial da Humanidade

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A inscrição da "Produção de Figurado em Barro de Estremoz" na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade, foi aprovada no decurso da 12.ª Reunião do Comité Intergovernamental da UNESCO para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, que entre 4 e 9 de Dezembro decorreu no Centro Internacional de Convenções Jeju, na ilha de Jeju, na República da Coreia.

Reconhecimento planetárioA inscrição do figurado de barro de Estremoz na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade, é o reconhecimento planetário do labor e criatividade dos barristas do passado e do presente, que com as suas mãos mágicas e desde as bonequeiras de setecentos, transmitiram de geração em geração e até à actualidade, uma manufactura “sui generis” de figurado de barro, dita ao “modo de Estremoz”. É também o reconhecimento do mérito visionário do escultor José Maria de Sá Lemos (1892-1971), director nos anos 30-40 do século passado, da Escola Industrial Antón…

Ilustradores portugueses André Letria

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André Letria nasceu em Lisboa, em 1973. Frequentou o curso de Pintura da Faculdade de Belas Artes de Lisboa.
Trabalha como ilustrador desde 1992, ilustrando regularmente livros para crianças e colaborando com diversas publicações periódicas. Ganhou diversos prémios donde se destacam o Prémio Nacional de Ilustração, em 2000; o Prémio Gulbenkian, em 2004; ou um Award of Exellence for Illustration, atribuído pela Society for News Design (EUA). Está publicado em diversos países, como EUA, Inglaterra, Espanha ou Turquia.
Participou em exposições na área da ilustração infantil, como a Bienal de Bratislava, em 1995 e 2005; Bolonha, em 2002; Sarmede, em 1999, ou Ilustrarte, em 2003, 2005 (Menção Especial) e 2009. Está incluído na secção “Children’s Books” da edição de 2009 do anuário de ilustração3x3, tendo ganho uma “Silver Medal” com uma das séries apresentadas. Trabalhou como cenógrafo para a Companhia Teatral do Chiado, de 2000 a 2005. Realizou a curta metragem Zé Pimpão, o «Acelera», basea…

Escritora do mês: ANA SALDANHA

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Nasceu no Porto, em 1959. É uma escritora e tradutora portuguesa situada no domínio da chamada literatura juvenil, embora a maioria dos seus títulos pareça dirigir-se à pré-adolescência e à adolescência. Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas (variante de Estudos Portugueses e Ingleses) na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Em 1992 fez o Mestrado em Literatura Inglesa em Birmingham e em 1999 doutorou-se em Literatura Infantil Inglesa sobre a obra de Rudyard Kipling e Teoria da Tradução na Universidade de Glasgow. Participou e apresentou comunicações em congressos no âmbito da Literatura Infanto-Juvenil. Entre as obras que traduziu destacam-se Longo Caminho para a Liberdade, a autobiografia de Nelson Mandela (Campo das Letras), Uma História da Leitura, de Alberto Manguel (Presença), Quebrar o Feitiço: A Religião como Fenómeno Natural, de Daniel C. Dennett (Esfera do Caos), Até ao Fim: Destruição e derrota da Alemanha de Hitler 1944-1945, de Ian Kershaw (Dom Quixote) e…

Dia de Ação de Graças

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O Dia de Ação de Graças (Thanksgiving Day) é celebrado na quarta quinta-feira de novembro.  Em 2017, festeja-se a 23 de novembro. Este é um feriado muito importante nos Estados Unidos, onde é comemorado oficialmente desde 1863. Trata-se de um dia de agradecimento a Deus por todas as bênçãos recebidas ao longo do ano. É um dia de estar com a família e de lembrar o amor ao próximo.

Origem da festividadeO primeiro dia de Ação de Graças foi celebrado em Plymouth, Massachusetts, pelos colonos que fundaram a vila em 1620. No ano seguinte, depois de más colheitas e inverno rigoroso, os colonos tiveram uma boa colheita de milho no verão de 1621. Por ordem do governador da vila, em homenagem às boas colheitas, a festa foi marcada no início do outono de 1621 e os homens de Plymouth mataram patos e perus.
O peru, acompanhado com puré de batata, é uma das principais tradições deste dia. Originalmente, este dia servia para agradecer as boas colheitas do ano, outros alimentos faziam parte da ementa, …

Dia Mundial da Filosofia

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Em 2002 a UNESCO instituiu o Dia Mundial da Filosofia, assinalando a importância e necessidade da humanidade refletir sobre os acontecimentos atuais, fomentando-se assim o pensamento crítico, criativo e autónomo. Desde então este dia é celebrado em todo o mundo na terceira quinta-feira do mês de novembro, que este ano terá lugar a 16 de novembro. No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Filosofia, os professores da disciplina, levam a efeito diversas atividades, que terão lugar entre 15 e 20 de novembro, com as quais se pretende mostrar a todos os alunos a importância do saber Filosófico e da história do pensamento filosófico na sociedade e na cultura, bem como despertar o gosto pelo filosofar.







Na passagem do aniversário do nascimento de Júlio Dinis

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A 14 de Novembro de 1839 nasce no Porto, na antiga Rua do Reguinho, aquele que viria a ser o médico e escritor Júlio Diniz (1839-1871), pseudónimo literário de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, criador do romance campesino e autor de obras como: As Pupilas do Senhor Reitor (1869), A Morgadinha dos Canaviais (1868), Uma Família Inglesa (1868), Serões da Província (1870), Os Fidalgos da Casa Mourisca (1871), Poesias (1873), Inéditos e Dispersos (1910), Teatro Inédito (1946-1947). Além daquele pseudónimo usou também o de Diana de Aveleda, com o qual se iniciou na vida literária e subscreveu crónicas no Diário do Porto e pequenas narrativas ingénuas como “Os Novelos da Tia Filomena” (1862) e o “Espólio do Senhor Cipriano” (1863). Viria a morrer a 12 de Setembro de 1871, com 31 anos, vítima de tuberculose, numa casa da Rua Costa Cabral, no Porto.



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